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Fordismo

Fordismo – O que é e quais são suas principais características?

No início do século XX, o mundo passava pela 2ª Revolução Industrial. O surgimento de novas máquinas, o uso de equipamentos elétricos e o aprimoramento de técnicas permitiram a produção em massa e a automatização do trabalho.

É nesse contexto que surge o fordismo: trata-se de um modo de produção idealizado por Henry Ford que, em sua época, foi fundamental para o aumento da produção e queda nos preços.

 

O que é Fordismo?

Como já dissemos, o termo nasceu com Henry Ford, empresário norte-americano dono da linha de automóveis Ford. Nesse sistema de produção em massa, as linhas de montagens eram semiautomáticas, ou seja, cada funcionário (ou time) era responsável por uma ação específica dentro da linha de produção.

Dessa forma, o trabalho era extremamente segmentado, de forma que cada colaborador atuava apenas em uma pequena parte do desenvolvimento do produto final. Assim, o Fordismo foi a aplicação do Taylorismo, que defendia a ideia de que cada trabalhador deveria conhecer apenas sua própria função.

Uma das inovações da época que ilustra muito bem esse modo de produção são as esteiras rolantes, que levam uma parte do produto até os funcionários para que estes realizem algum trabalho. Conforme as peças iam chegando, os colaboradores realizavam tarefas extremamente repetitivas.

A grande ideia do fordismo era produzir o maior número de produtos no menor tempo possível, em busca de alavancar as vendas. Não havia uma preocupação com a qualidade desses produtos (que inclusive tiveram queda significativa na época) ou estoque excessivo, por exemplo.

A teoria de Henry Ford era de que quanto mais produtos existissem no mercado, menor seriam os seus preços. Dessa forma, todos teriam acesso às mercadorias. Foi até nesse sentido que surgiu o “dia de oito horas e cinco dólares”, em que Ford diminuiu a jornada de trabalho e praticamente duplicou os salários dos trabalhadores.

O objetivo era que os operadores tivessem disciplina e motivação para aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, fossem consumidores de produtos em massa que as fábricas produziam em quantidade cada vez maiores.

 

Os pilares do Fordismo

É possível ressaltar três princípios que marcam as técnicas adotadas no fordismo:

Intensidade: As linhas de montagem são projetadas em busca de reduzir o tempo de produção e, consequentemente, entregar produtos mais rapidamente aos consumidores.

Produtividade: A ideia de deixar um trabalhador executando a mesma função repetidamente é torna-lo um especialista naquela tarefa, para que ele desempenhe o trabalho de forma mais eficiente que um generalista.

Economia: A luta por diminuir os preços dos produtos era grande. Uma medida famosa de Henry Ford foi justamente pintar todos os carros de preto, já que era a tinta mais barata e que secava mais rápido.

 

Fordismo X Toyotismo

O declínio do Fordismo vem justamente com a ascensão do Toyotismo. Enquanto o primeiro é baseado em padronização, produção em massa e grandes estoques, o Sistema Toyota de Produção é flexível, trabalha com pequenos lotes e busca o mínimo de estoque, executando o conceito de just in time.

Conforme a demanda do mercado foi ficando mais exigente, a flexibilidade e eficiência tornaram-se pontos fundamentais na indústria, o que deixou os processos de fabricação mais rápidos, econômicos e flexíveis.

A economia em armazenagem e matéria-prima foi outro ponto fundamental para que o Toyotismo prevalecesse sobre o Fordismo. Hoje, a tendência é que as fábricas sigam mais características do modelo da Toyota, ainda que todo sistema pode ter pontos positivos para se aproveitar.

 

Novidá e o atual momento da Indústria

Diante das transformações ocasionadas pela Indústria 4.0, as fábricas precisam se reinventar. O mercado exige empresas cada vez mais eficientes, ágeis e com produtos que ofereçam boa qualidade.

Foi pensando nisso que a Novidá desenvolveu seu sistema de geolocalização indoor. Por meio de beacons ou smartphones, acompanhamos a movimentação de colaboradores no chão de fábrica.

Assim, é possível medir tempos e movimentos, identificar gargalos, otimizar rotas, realocar a equipe e ter mais controle sobre o que acontece no PCP.

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