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Usar dados no varejo
7 de agosto 2017

Como usar dados no varejo para tomar decisões estratégicas

Em pouco tempo, a tecnologia se desenvolveu tanto que mudou o mindset de empreendedores de todos os segmentos. Por meio dela, temos em nossas mãos informações preciosas que ajudam a entender o comportamento humano de um jeito nunca visto antes. Usar dados no varejo, portanto, tornou-se uma obrigação para quem deseja ter sucesso na análise da jornada do consumidor.

 

São várias as fontes que geram conhecimento sobre o cliente: pesquisas de mercado, informações no ponto-de-venda, cartões de fidelidade, soluções de geolocalização, insights de mídias sociais e muitas outras. Dessa forma, os varejistas estão em uma verdadeira mina de dados sobre o consumidor.

 

Porém, coletar todos esses dados é só o primeiro passo para entender o comportamento do cliente. Mais do que isso, você precisa cruzar informações, analisar os dados e tomar decisões a partir do que os números mostraram. De nada adianta fazer todo esse levantamento se ele não está guiando sua estratégia de marketing e produtos.

 

Abaixo, separamos 3 pontos em que o levantamento de dados pode servir como base para ações importantes no varejo.

 

 

Monitoramento

 

Analisar o comportamento do consumidor dentro da loja física é uma das grandes vantagens das soluções de fluxo de clientes. Por meio de sensores, é possível saber quantos visitantes passaram na frente da sua loja, quantos entraram no estabelecimento, quais são as áreas mais visitadas, qual é o  tempo médio do público dentro da loja e muito mais!

 

No entanto, como já dissemos, só apurar esses dados não resolve problema nenhum. Os números dão informações relevantes ao lojista, que precisa transformar isso em ação. Por exemplo, se há uma baixa porcentagem entre quem visita a loja e quem passa à frente dela, talvez a vitrine precisa ser repensada, pois não está sendo atrativa aos passantes.

 

Ou se uma espaço da loja é muito mais frequentado que outro, uma reorganização dos itens pode ser planejada para melhor aproveitamento do mix de produtos. A verdade é que toda informação é relevante e pode servir de base para um novo insight!

 

 

Personalização

 

Os cartões de fidelidade foram uma das primeiras formas de captar informações do consumidor. Oferecendo benefícios em troca do histórico de compras do cliente, os lojistas ganharam informações relevantes para melhorar suas operações. No entanto, outros canais foram se desenvolvendo e o consumidor passou a interagir com a marca em por meios como a internet, aplicativo e pesquisas.

 

Se por um lado isso criou a possibilidade de rastrear o público em diferentes plataformas, por outro isso tem um preço: as pessoas perceberam que seus dados são valiosos e agora só fornecem essa informação em troca de promoções, produtos e conteúdos extremamente relevantes a elas.

 

Assim, inicia-se a era da personalização das mensagens. Quanto mais informações temos dos nossos clientes, maior a possibilidade de segmentar essa base e enviar um conteúdo que esteja exatamente de acordo com o perfil de cada cliente.

 

É verdade que essa é uma prática longe da realidade da maioria dos lojistas brasileiros. Porém, é uma tendência que já se iniciou lá fora e, os players que embarcarem na onda de personalização por dados certamente sairão em vantagem no relacionamento com o consumidor.

 

 

Previsão de compras

 

Entender o comportamento e as preferências do consumidor permite não só personalizar suas ofertas, mas prever quais serão suas próximas compras. Isso pode ser essencial para fazer um planejamento de estoque e mix de produtos, por exemplo.

 

Em situações ainda mais específicas, é possível usar os dados para entender as necessidades do consumidor no futuro. O E-bay – um dos maiores marketplaces do mundo – já trabalha com esse conceito: quando um cliente compra produtos para recém-nascidos, por exemplo, 12 meses depois ele recebe sugestões de roupas para crianças de um ano. Isso não é fantástico?

 

O varejo brasileiro já tem dados e tecnologia para colocar esse tipo de estratégia em prática. Falta coragem e vontade de dar os primeiros passos e largar na frente nessa corrida. Que tal sua loja ser uma das primeiras?

 

Por Fabio Rodrigues, Diretor Executivo da Novidá

 

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