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varrejo não morreu
18 de setembro 2017

O varejo não morreu: saiba como sobreviver nesse mercado

Diversas previsões apocalípticas já foram feitas a respeito das lojas físicas. Há quem acredite que cada vez mais elas estejam fadadas a fecharem as portas, por conta principalmente do crescimento exponencial dos e-commerces. Porém, nunca o momento foi tão bom para quem souber utilizar a inteligência de negócios, o planejamento estratégico e bons truques de crescimento no varejo.

 

Não acredito que a tecnologia será a responsável por enfraquecer as lojas físicas. Muito pelo contrário, com tantas inovações e tendências surgindo, os varejistas ganham mais poder de decisão e podem planejar melhor as ações a serem tomadas.

 

No entanto, é inegável que o mercado está cada vez mais competitivo e que players digitais também entram nessa ampla concorrência. Dessa forma, para realmente sobreviver e crescer nesse novo mundo, é preciso agir, testar, modificar. O varejista que ficar parado e confiar em velhas estratégias pode acabar ficando para trás.

 

Para te ajudar nesse desafio, separamos alguns pontos que valem a pena ser observados para sua loja continuar crescendo nesse tempo de grandes mudanças:

 

 

Inteligência de dados na tomada de decisões

 

Por muitos anos, os varejistas foram “protegidos” pela escassez: faltavam informações a respeito de produtos e preços adequados, concorrência, formas de entrega, comportamento do consumidor e muito mais. Os gestores tomavam suas decisões baseadas em pura intuição e tinham poucas formas de avaliar os resultados.

 

A chegada das lojas virtuais desmascarou a fraqueza dos modelos comerciais dos varejistas. Isso porque os e-commerces conseguiam levantar uma quantidade infinita de dados e, ao usá-los para guiar as estratégias de negócios, as vendas alavancaram.

 

No entanto, o baque sofrido pelos comerciantes de lojas físicas começa a ser recuperado. Hoje existem várias ferramentas que conseguem trazer dados precisos para o lojista. Há soluções capazes de trazer informações minuciosas sobre a localização do seu PDV. Sistemas de geolocalização indoor monitoram o comportamento do cliente dentro da loja. Softwares de CRM fazem toda a gestão do pós-venda do seu consumidor. Esses são só alguns exemplos de ferramentas capazes de trazer dados para entender toda a jornada de compra do consumidor.

 

Obviamente, depois de coletar tantas métricas, o varejista precisa analisa-las com cuidado e tomar decisões a partir do que encontrar. Quem souber interpretar esses dados, tomar ações rápidas e assertivas e monitorar constantemente essas informações só tende a crescer em seu segmento.

 

 

Integração com canais digitais

 

O crescimento dos e-commerces gerou grandes efeitos no comportamento de compra do consumidor. Porém, esse não é o fator mais disruptivo para o varejo. A verdadeira transformação vem do fato de que a jornada do consumidor das lojas físicas começa nos canais digitais (com destaque cada vez maior para os dispositivos móveis).

 

A verdade é que a vendas das lojas físicas com forte presença digital são tão boas (ou até melhores) do que os e-commerces. Muitas marcas não entendem esse panorama e desperdiçam tempo e dinheiro tentando migrar do off-line para o online quando a solução é justamente uma integração entre esses dois canais.

 

Portanto, a solução não é ignorar ou lutar contra o mundo digital, mas entender que ele já faz parte da jornada de compra do cliente e, por isso, sua loja precisa se adaptar e ter ferramentas para se comunicar com o consumidor na internet.

 

 

Foco na experiência do cliente

 

A concorrência cada vez maior e os novos hábitos de compra geraram um consumidor extremaente exigente. Mais do que nunca, o varejista precisa oferecer uma experiência de compra memorável, que se adeque as necessidades de quem visita a loja e fidelize esse cliente.

 

Assim, é essencial investir esforços, tempo e dinheiro para conhecer o seu público-alvo. Como já dissemos, a tecnologia pode ser uma grande aliada nesse sentido, mas todas as formas de compreender melhor os desejos do seu cliente são válidas.

 

Vale a pena também oferecer treinamentos aos seus vendedores, já que eles são os maiores responsáveis por criar essa experiência positiva a quem visita a loja.

 

 

Atenção aos hábitos de consumo

A maneira como as pessoas compram e os produtos que interessam a elas mudam constantemente. Se o lojista não tiver atento, é possível que ele faça uma má interpretação dos dados de faturamento.

 

Por exemplo, a queda nas vendas de determinado produto pode ser resultado de uma mudança de hábito do consumidor, que simplesmente deixou de se interessar tanto por esse item. Nesse caso, não adianta investir em estratégias de marketing, divulgações no meio digital, reorganização da loja, etc. É o mix de produtos que precisa ser reavaliado.

 

Portanto, sempre faça uma reflexão: As pessoas ainda se interessam pelo produto que você oferece? Elas preferem os meios digitais para comprar esse item, ou só utilizam a internet para obter mais informações? Mais uma vez, a grande dica é entender exatamente como é a jornada de compra do seu consumidor.

 

 

Implementação de tecnologias

 

O varejo precisa compreender de uma vez por todas que a tecnologia pode ser uma grande aliada nas vendas. Além das soluções de monitoramento de cliente e geolocalização indoor, existem softwares ERP e CRM, sistemas de reconhecimento facial, aplicações para direcionar ofertas personalizadas no celular do cliente, tecnologias de pagamento e muito mais.

 

Tudo isso deixa a experiência de compra muito mais agradável ao consumidor. As pessoas se interessam por novidades e, se a ferramenta trazer um bom benefício, elas se engajam e saem com uma boa impressão.

 

Portanto, o varejo físico vive um momento de grandes oportunidades para quem souber usar as estratégias corretas. É verdade que é um período de transformações, onde profissionais com anos de carreira precisam se adaptar a uma nova realidade e testar novas maneiras de alavancar os resultados. Porém, quem for resiliente e tiver essa capacidade de adaptação, pode alçar voos altos!

 

 

Por Fabio Rodrigues, Diretor Executivo da Novidá

 

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