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Vender para Geração Z
21 de setembro 2017

Vender para geração Z: você está preparado para atingir esse público?

Apesar de haver diferentes definições, consideramos “Geração Z” pessoas nascidas a partir da metade da década de 90. São crianças e adolescentes que já nasceram conectadas e não enxergam o mundo dissociado da internet. Na impressão deles, as interações “online” são tão reais quanto as do mundo físico. Só por essa descrição já vemos que o desafio de vender para geração Z é enorme!

 

Podemos levantar ainda mais algumas características que ajudam a entender o comportamento do “consumidor do futuro”: para eles, o smartphone é como uma extensão do próprio corpo. Eles estão acostumados a fazer downloads e acessar conteúdos gratuitos (de preferência em forma de imagens ou vídeos). Não acham que devem pagar por tudo que consomem até porque muitos não são independentes financeiros. Porém, todos tem forte influência no poder de compra dos pais.

 

Já temos elementos suficientes para definir algumas estratégias para abordar esse novo cliente.

 

 

Afinal, como vender para Geração Z?

 

Seria natural pensar que a melhor forma de atingir esse público é no meio digital, certo? Não necessariamente! Um estudo realizado em 39 países mostrou que o formato que menos atrai esse público são justamente os anúncios em mecanismos de busca, display e em vídeos. Por outro lado, formatos tradicionais (como cinema e televisão) são mais aceitos pelos jovens.

 

Mas o que justifica essa rejeição aos anúncios digitais? Ainda mais imediatistas que os millennials, essa geração não aceita ser interrompida, principalmente nos canais que têm mais intimidade.

 

Porém, existe aqui uma grande oportunidade: se a geração Z valoriza tanto os canais digitais, por que não criar um conteúdo que traga algum tipo de benefício, conhecimento ou informação que eles realmente se interessem? Nesse caso, sua empresa entra apenas como pano de fundo, mas com certeza ganha uma percepção de marca muito melhor em relação ao público.

 

Seguindo a tendência dos millennials, trata-se de uma geração muito mais preocupada com a experiência e autenticidade da marca. São jovens que já não tratam mais o preço como item primordial na hora de escolher um produto, mas sim os valores que a marca passa e no que ela representa. Isso tem tudo a ver com o meio digital, afinal, as marcas ficaram cada vez mais humanizadas nas redes sociais, por exemplo.

 

 

Tecnologia é a grande saída

 

Conforme já comentamos, a geração Z está 100% conectada e ligada nas novidades. O varejista deve se aproveitar disso e colocar inovações em seus processos. Dispositivos físicos, como tablets ou sistemas de autoatendimento, são exemplos de tecnologias que o lojista pode colocar dentro da loja.

 

Mas existem outras iniciativas até mais simples de modernizar suas estratégias. Por exemplo, iniciar atendimentos por whatsapp ou redes sociais, canais muito frequentados pelos mais novos. A própria linguagem dentro dessas aplicações também pode ser reformulada, levando para um lado mais leve e humorístico, que condiz mais com o perfil deste público.

 

Aproveite-se também do fato dos adolescentes estarem sempre com seus smartphones conectados. Você pode oferecer um sistema de geolocalização indoor na sua loja, que monitora o comportamento do cliente no estabelecimento, justamente pelos celulares. Se você disponibilizar o wi-fi para o público, é possível obter dados de cada consumidor e enviar ofertas personalizadas!

 

 

A geração Z representa o cliente do futuro. Se hoje poucos varejistas olham para esse segmento, daqui a poucos anos eles serão o foco de todos. Por isso, quem se antecipar às tendências e se preparar melhor para atender esse público sai em vantagem e já começa a colher frutos no presente. Está preparado para encarar a nova geração?

 

 

Por Fabio Rodrigues, Diretor Executivo da Novidá

 

 

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